Resumo: Este Uma das maiores problemática do século é o manejo e destino dos resíduos produzindo
pelo homem, sobretudo os resíduos hospitalares que necessitam de um tratamento específico, uma vez
que representam um grande perigo a saúde, uma vez que podem estar contaminados com
microrganismos causadores de doenças. Assim objetivou-se com esse trabalho verificar o manejo dos
resíduos hospitalares das principais unidades de saúde de Teresina, Piauí. Foram realizados entrevistas
com os responsáveis pelo setor de gerenciamento dos resíduos sólidos de cada estabelecimento
hospitalar, através de questionários com 14 perguntas sendo seis subjetivas e oito objetivas. Os
resultados demonstram que entre os hospitais estudados 1 é de especialidade, e que a maioria, 71,5%,
implantou o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde – PGRSS, os que não tem
estão implantando, totós os estabelecimentos classificam seus resíduos corretamente. A maioria dos
funcionários é terceirizada (71,4%), e há ainda um grande numero de acidentes com material residual
(42,9%), e que em alguns estabelecimentos os Equipamentos de Proteção Individual- EPI’s não são
fornecidos na sua totalidade aos funcionários. Assim conclui-se que falta a implantação do PGRSS em
alguns hospitais e treinamento periódico aos funcionários, assim como correta utilização do material
de segurança para manuseio dos resíduos.
Palavras–chave: lixo hospitalar, materiais infectantes, PGRSS
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